quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Coordenadora da Origem participa de visita a parques tecnológicos dos Estados Unidos

A coordenadora da Origem Incubadora Ana Cristina de Alvarenga Lage e mais dez gestores de incubadoras de empresas de base tecnológica de Minas Gerais e representantes da Rede Mineira de Inovação (RMI) e do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), instituições organizadoras da iniciativa, participou na semana passada de uma missão aos estados da Carolina do Norte e Texas, nos Estados Unidos.

O objetivo é permitir que os gestores das incubadoras mineiras conheçam os processos internos e os fatores de sucesso dos centros de apoio técnico e gerencial às micro e pequenas empresas nascentes nos Estados Unidos, e saber como as incubadoras norte-americanas contribuem para o ambiente de inovação. Haverá também oportunidade para discutir possibilidades de cooperação, incluindo intercâmbio de empresas incubadas e benchmarking.

Durante nove dias a delegação mineira participou de reuniões com representantes de parques tecnológicos de dois estados americanos. Ana Cristina Lage visitou o Research Triangle Park (RTP), Rick Weddle. O RTP é o maior e mais antigo parque tecnológico em operação contínua nos Estados Unidos e abriga 170 empresas, desde multinacionais como a IBM a spin-outs e start-ups. Localizado nos municípios de Raleigh, Durham e Cary, na Carolina do Norte, o centro de inovação possui uma das maiores concentrações de trabalhadores de alta tecnologia no país, com mais de 52 mil funcionários. As incubadoras mineiras também participaram de reuniões com dirigentes de incubadoras como a First Flight Venture Center.


O presidente da Rede Mineira de Inovação (RMI) Rogério Abranches acompanhou a delegação nesta missão internacional e disse que algumas das incubadoras que fazem parte da missão "estão até um nível acima em tecnologia de incubação”, inclusive a Origem Incubadora, o que mostra que nosso trabalho está seguindo o que tem de melhor no mundo.



Participaram da missão as incubadoras de empresas Habitat (Fundação Biominas), Incit (Itajubá), Origem (Itabira), Incubadora Municipal de Empresas de Santa Rita do Sapucaí (Prointec/IME), Incubadora de Empresas de Base Tecnológica Centev da Universidade Federal de Viçosa (Centev/UFV), Inova da UFMG, Insoft-BH, Inatel, IED/UEMG, CRITT e IBT-CRITT da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).


Com informações de Thaís Pontes.



Sebrae/MG apoia melhoria no design de embalagens

Instituição firmou uma parceria com a Associação Brasileira de Embalagem para conceder subsídio de 50% para micro e pequenas empresas em serviços de criação e modernização



A embalagem é um grande diferencial competitivo e pode impulsionar a venda de produtos. Para estimular as micro e pequenas empresas a investirem nesse diferencial, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e Associação Brasileira de Embalagem (Abre) darão subsídio de 50% para criação ou modernização de embalagens.


O objetivo do projeto é construir ou adequar as embalagens das MPEs aos critérios de mercado como movimentação, logística, varejo, legislação, segurança, informação e valor agregado.

 
O desenvolvimento da embalagem deve ser feito por uma agência de design credenciada pela Abre. A iniciativa subsidia o desenvolvimento do design, cabendo à MPE custear a produção.


As embalagens são importantes para chamar a atenção do consumidor, proteger o produto, transmitir qualidade, diferenciais, forma de uso e aplicação. Elas interferem no custo da mercadoria, manuseio, transporte, distribuição e até na decisão de compra, já que muitos produtos não possuem outras formas de divulgação.


Pesquisa
 

Um estudo realizado pela Confederação Nacional das Indústrias (CNI) mostra que 75% das empresas que investiram em design de embalagens registraram aumentos em suas vendas, e que 41% também conseguiram reduzir os custos. A pesquisa apontou ainda que entre produtos semelhantes, o consumidor acaba preferindo o que possui a embalagem mais atraente, bela e prática, estando inclusive disposto a experimentar uma marca nova se a embalagem possuir essas características.

 
Mais informações sobre o Projeto Sebrae-Abre pelo telefone (31) 3082-9722 ou www.embalagemparatodos.com.br.


Fonte: Sebrae/MG




Mobilização Empresarial pela Inovação terá núcleo em MG

Parceria entre CNI e Sebrae prevê investimentos de mais de R$ 48 milhões. Os recursos serão usados para oferecer um portfólio de serviços para micro e pequenas empresas do estado



O Instituto Euvaldo Lodi (IEL) ganha mais um reforço para exercer o papel de promotor da inovação na indústria mineira. A instituição sediará o Núcleo de Inovação, previsto na Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), um projeto da Confederação Nacional da Indústria (CNI), iniciado em 2009, que articula lideranças empresariais e parceiros com o objetivo de duplicar, em quatro anos, o número de empresas inovadoras no país.
A expectativa é que os núcleos contribuam para isso, incentivando empresas a investirem em novos produtos e processos e apoiar a implementação de projetos inovadores. A instalação nos estados será feita com o apoio das Federações das Indústrias locais.
Em Minas Gerais, o IEL já conta com uma equipe que atua junto às empresas promovendo a inovação. "Na prática, já realizamos este trabalho, mas com o apoio da CNI poderemos ampliar o nosso atendimento", reforça o gerente do Núcleo de Apoio à Inovação do IEL, Célio Cabral.
Uma parceria entre CNI e Sebrae prevê investimentos de mais de R$ 48 milhões a serem repassados aos núcleos em três anos. Os recursos serão usados para oferecer um portfólio de serviços para micro e pequenas empresas. Seis pilares serão contemplados: eventos de sensibilização e motivação de empresas, cursos de capacitação em gestão da inovação para as empresas industriais, plano de inovação na empresa, suporte à implantação do plano de inovação na empresa, assessoria à elaboração de projetos para submissão aos órgãos de fomento e monitoramento de oportunidades.
A meta dessa parceria é sensibilizar 18 mil empresas, capacitar 9 mil empresários e executivos, preparar 3.600 planos de inovação e elaborar 2.400 projetos. Nos dias 5 e 6 de outubro, o Sistema Fiemg vai realizar o Congresso Empresarial de Inovação, evento que também é uma ação de continuidade à MEI. Uma carta será escrita com a participação de todo o público presente. O documento será usado para subsidiar ações do Sistema Fiemg sobre o tema. Para mais informações acesse http://www.congressodeinovacao.com.br/.
Fonte: Senai/MG




Você delega tarefas?

Uma vez um empreendedor me contou que, mesmo com uma equipe de executivos consolidada e a empresa já no patamar de R$ 30 milhões anuais de faturamento, ele continuava a cuidar pessoalmente do atendimento a alguns clientes. E não queria mais fazer isso. Queria delegar essa tarefa e se concentrar na estratégia do negócio. A grande questão é: quais partes da operação não precisam ficar o tempo todo sob o controle dos donos?

Quando o negócio está começando, muitos empreendedores adquirem um hábito difícil de perder: o de centralizar tudo. É claro que, quando a empresa é composta só dele mesmo e de algumas poucas pessoas, não tem muito como distribuir tarefas. O problema é que o empreendimento começa a crescer, e o empresário continua cuidando da folha de pagamento, do atendimento ao cliente, da limpeza… Pensando nisso, o site da revista Inc. fez uma lista bacana de itens que devem ser delegados a funcionários (leia a matéria original, em inglês). Aqui vão alguns deles.

1. Contabilidade. É claro que o empresário precisa acompanhar muito de perto as finanças da empresa, mas não há necessidade de que faça a gestão da folha de pagamento, por exemplo, pessoalmente. Ative uma ferramenta on-line de pagamentos e recebimentos ou defina alguém para fazer isso.

2. Mídias sociais. É grande a tentação de administrar todos os e-mails que saem da empresa ou todas as atualizações no Facebook. Como as redes exigem dinamismo e informalidade, pedem também presença constante. Então passe essa tarefa para um dos empregados – alguém que entende de mídias sociais, claro.

3. Preocupações com os clientes. O empreendedor nunca deve tirar o olho de alguns clientes-chave. Mas também não pode querer cuidar de todas as reclamações dos fregueses. Presumindo que haja na equipe alguém de confiança para cuidar desse relacionamento, deixe que essa pessoa assuma totalmente a função – assim, o cliente não irá ficar confuso quanto a quem procurar.

4. Criatividade. Muitos empreendedores gostam de participar de todas as sessões de brainstorming ou dar palpite no design de tudo na empresa. Ao fazer isso, podem minar a criatividade de seus empregados. O segredo está em incentivar novas ideias e finalizar tudo em equipe depois.

5. Decisões de compra. É importantíssimo manter o controle sobre os gastos da empresa. Mas gerenciar todas as compras pode alienar os empregados. O jeito é definir as verbas que podem ser gastas e deixar que eles tomem as decisões dentro desse limite.

Fonte: Revista PEGN.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Saiba como patentear uma invenção e quanto custa

"Gostaria de saber como patentear uma ideia. É caro? Posso eu mesmo, pessoa física, entrar com um pedido de patente? Quanto tempo demora, em média, esse processo?" Marcus Godinho, Valdir Junior e Marcovane Miranda Peixoto

1) IDEIA
 
Em primeiro lugar, a Lei de Propriedade Industrial (LPI) exclui de proteção como invenção e como modelo de utilidade uma série de ações, criações, ideias, atividades intelectuais, descobertas científicas, métodos ou inventos que não possam ser industrializados, tais como:

- Técnicas cirúrgicas ou terapêuticas aplicadas sobre o corpo humano;

- Planos, esquemas ou técnicas comerciais de cálculos, de financiamento, de crédito, de sorteio, de especulação e propaganda;

- Planos de assistência médica, de seguros, esquema de descontos em lojas e também os métodos de ensino, plantas de arquitetura, obras de arte, músicas, livros e filmes, assim como apresentações de informações, tais como cartazes e etiquetas com o retrato do dono;

- Ideias abstratas, descobertas científicas, métodos matemáticos ou inventos que não possam ser industrializados.

2) CUSTO

Nas solicitações de Patente de Invenção (PI) ou Modelo de Utilidade (MU), a taxa de depósito para pessoas naturais; microempresas, empresas de pequeno porte e cooperativas assim definidas em lei; instituições de ensino e pesquisa; entidades sem fins lucrativos, órgãos públicos e Microempreendedor Individual (RETRIBUIÇÃO 2) é de R$ 80 (código 200). Para pessoas jurídicas (RETRIBUIÇÃO 1), o valor é de R$ 200 (código 200).

O pedido de exame de PI para as pessoas especificadas na RETRIBUIÇÃO 2 é de R$ 200 (código 203) com até 10 reivindicações. Para pessoas jurídicas, o valor é de R$ 500 (código 203). O PRAZO PARA PEDIR O EXAME É DE ATÉ 36 MESES CONTADOS DA DATA DE DEPÓSITO.

O pedido de exame de MU para as pessoas especificadas na RETRIBUIÇÃO 2 é de R$ 128 (código 204). Para pessoas jurídicas, o valor é de R$ 320 (código 204). O PRAZO PARA PEDIR O EXAME É DE ATÉ 36 MESES CONTADOS DA DATA DE DEPÓSITO.

A anuidade de pedido de PI no prazo ordinário, no SEGUNDO ANIVERSÁRIO DE DEPÓSITO, para as pessoas especificadas na RETRIBUIÇÃO 2, é de R$ 100 (código 220). Para pessoas jurídicas, o valor é de R$ 250 (código 220). No prazo extraordinário, para as pessoas especificadas na RETRIBUIÇÃO 2, o valor é de R$ 200 (código 221). Para pessoas jurídicas, o custo é de R$ 500 (código 221).

A anuidade de pedido de MU no prazo ordinário, no SEGUNDO ANIVERSÁRIO DE DEPÓSITO, para as pessoas especificadas na RETRIBUIÇÃO 2, é de R$ 70 (código 240). Para pessoas jurídicas, o valor é de R$ 170 (código 240). No prazo extraordinário, para as pessoas especificadas na RETRIBUIÇÃO 2, o valor é de R$ 135 (código 241). Para pessoas jurídicas, o valor é de R$ 340 (código 241).
 
A anuidade continua sendo paga, com outros valores, até o fim da validade da patente.

Para mais informações, favor observar a Tabela de Retribuição de Serviços da Diretoria de Patentes, localizada dentro da opção "Patentes", "O que é patente?", "Custos Básicos", no canto esquerdo de sua tela na página principal do INPI na Internet. (Clique aqui para acessar)


3) PESSOA FÍSICA
 
O próprio interessado, pessoa física ou não, pode depositar um pedido de patente junto ao INPI. Para tanto, é fundamental que se observe os Atos Normativos, em especial o Ato Normativo 127/97, que pode ser facilmente localizado dentro do Portal do INPI na opção "Patentes", "Legislação Patente" (Clique aqui para acessar). Aconselha-se ainda a análise da Lei da Propriedade Industrial - Lei nº 9.279/96.

Nossos serviços são pagos mediante retribuições que são efetuadas com a retirada da "Guia de Recolhimento da União", que se encontra no Portal do INPI dentro do item "Serviços", "Acesso ao sistema de Guia de Recolhimento da União". Basta somente que o usuário cadastre-se, gerando senha e login para a retirada da guia que poderá ser paga em qualquer agência bancária. No Portal do INPI, você também encontra a documentação necessária.

O pedido pode ser feito na sede do Instituto, no Rio de Janeiro, ou na representação da Autarquia nas outras capitais do Brasil.

4) PRAZO

O tempo entre o depósito de um pedido de patentes e a concessão do privilégio está levando, em média, 9,3 anos. No entanto, lembre-se que o depositante ou qualquer interessado tem até 3 anos para pedir o exame do seu pedido de patente. Antes dess pedido de exame o INPI não poderá examinar o referido pedido.

Hoje, em média, tem-se levado 2,5 anos para os depositantes solicitarem o exame de seus pedidos. Nesse caso, o tempo real de exame seria de 6,8 anos entre o pedido de exame e concessão da carta patente.
 
O INPI ainda considera esse prazo grande. Por isso, o Instituto pretende, com as medidas internas que estão sendo implantadas, reduzir o prazo de 9,3 anos para 6 anos, em um primeiro momento. Essas medidas incluem, por exemplo, o processamento eletrônico de patentes e, posteriormente, o depósito via internet, como feito hoje na área de marcas.


Fonte: Revista PEGN.

Uma pequena empresa deve contratar um contador?

Uma pequena empresa deve contratar um contador?

Confira matéria do Divã Empreendedor

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Incubadoras e parques tecnológicos dos Estados Unidos recebem delegação mineira

Gestores de onze incubadoras de empresas de base tecnológica de Minas Gerais e representantes da Rede Mineira de Inovação (RMI), do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes), instituições organizadoras da iniciativa, participam nesta semana de uma missão aos estados da Carolina do Norte e Texas, nos Estados Unidos. O objetivo é permitir que os gestores das incubadoras mineiras conheçam os processos internos e os fatores de sucesso dos centros de apoio técnico e gerencial às micro e pequenas empresas nascentes nos Estados Unidos e saber como as incubadoras norte-americanas contribuem para o ambiente de inovação. Haverá também oportunidade para discutir possibilidades de cooperação, incluindo intercâmbio de empresas incubadas e benchmarking.


Nessa segunda-feira (23), as incubadoras participaram de reunião com o presidente do Research Triangle Park (RTP), Rick Weddle. O RTP é o maior e mais antigo parque tecnológico em operação contínua nos Estados Unidos e abriga 170 empresas, desde multinacionais como a IBM a spin-outs e start-ups. Localizado nos municípios de Raleigh, Durham e Cary, na Carolina do Norte, o centro de inovação possui uma das maiores concentrações de trabalhadores de alta tecnologia no país, com mais de 52 mil funcionários. As incubadoras mineiras também participaram de reuniões com dirigentes de incubadoras como a First Flight Venture Center.


Segundo o presidente da RMI, Rogério Abranches, algumas das incubadoras que fazem parte da missão "estão até um nível acima em tecnologia de incubação, o que mostra que estamos no caminho certo. As incubadoras de empresas de base tecnológica são muito eficazes e Minas Gerais é referencia no Brasil. Por seis anos consecutivos, seis diferentes incubadoras mineiras conquistaram o prêmio de melhor incubadora do Brasil, mas nesse momento temos que dar um salto de qualidade. O Cerne, novo modelo de gestão que está sendo adotado nas incubadoras em Minas, tem exatamente esta proposta, acelerar a graduação de empresas, mas mantendo a mesma qualidade", disse, referindo-se ao processo atual das incubadoras mineiras, que se preparam para tornar-se um Centro de Referência para Apoio de Novos Empreendimentos (Cerne).


O Cerne é um modelo criado pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) que vai promover melhorias significativas na prospecção, preparação e aceleração dos negócios incubados. Além disso, irá capacitar as empresas incubadas para um efetivo acesso aos seus mercados, prepará-las para a captação de recursos e torná-las ainda mais atrativas sob o ponto de vista do capital empreendedor e de risco. O modelo pretende também garantir a autossustentação das incubadoras, por meio do êxito de mercado das empresas abrigadas. A previsão é que a certificação seja feita em 2012.


"Uma das incubadoras que visitamos hoje aqui nos Estados Unidos é praticamente autossustentável, não recebe mais recursos de governos e consegue se manter. No Brasil, nós temos que pensar muito nisso". Segundo Abranches, “existem incubadoras autossustentáveis e sustentáveis. A sustentabilidade é o mais adequado para o nosso caso em Minas, já que os resultados sociais e econômicos das incubadoras mineiras são tão amplos que, por atender os nossos parceiros, interessa a eles continuar nos apoiando e a nós, incubadoras, continuar recebendo", disse.


"E é também interessante o movimento de parques, especialmente em razão do parque tecnológico que visitamos não estar associado a apenas uma universidade, mas a três instituições de ensino superior. É um conceito comunitário muito interessante, são três municípios coordenando o parque tecnológico com uma clara visão coletiva de desenvolvimento", disse.


Expectativas

 
Segundo o professor Paulo Augusto Nepomuceno Garcia, secretário de Desenvolvimento Tecnológico do Centro Regional de Inovação e Transferência de Tecnologia (CRITT) e Incubadora de Base Tecnológica da Universidade Federal de Juiz de Fora (IBT), a missão é uma ótima oportunidade de visitar instituições reconhecidas internacionalmente, que já tenham know-how no desenvolvimento de empresas de base tecnológica.


"O Brasil hoje passa por um período de crescimento e de interesse por parte de muitos empresários de vários setores e países", disse. Para Nepomuceno, conhecer os processos de proteção do conhecimento nas instituições será muito útil porque a incubadora de empresas sediada em Juiz de Fora tem atualmente um processo de patenteamento internacional aberto. "Temos aqui empreendedores com capacidade muito grande e essa missão poderá permitir que iniciemos cooperação com instituições dos Estados Unidos para trabalharmos no desenvolvimento de tecnologias futuras em áreas bastante diversificadas", garantiu. A IBT/CRITT foi fundada há 15 anos, já graduou 23 empresas de base tecnológica e conta atualmente com sete empresas residentes com padrão de qualidade certificado pela norma ISO e um quadro de 50 colaboradores.


"A intenção é conhecer coisas novas, saber como é o relacionamento das incubadoras dos Estados Unidos com o mercado, e internamente, os benefícios, treinamento e consultorias, ouvir o que eles estão propondo e o que têm para oferecer", segundo a gestora da Incubadora de Empresas de Design (IED) da Universidade do Estado de Minas Gerais, Samantha Cidaley de Oliveira Moreira.


A Coordenadora da Origem Incubadora faz parte da delegação mineira na missão aos Estados Unidos. Participam da missão as incubadoras de empresas Habitat (Fundação Biominas), Incit (Itajubá), O-BH, Inatel, IED/UEMG, CRITT e IBT-CRITT da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).

Fonte: RMI - Rede Mineira de Inovação
Texto: Thaís Pontes - Assessora de Comunicação da Sectes