
terça-feira, 29 de junho de 2010
terça-feira, 22 de junho de 2010
Confira a lista de aprovados para a etapa final do Concurso de Plano de Negócios
Conforme os itens 5.5 e 5.6 do Edital do Concurso, os participantes de cada projeto deverão comparecer ao i.tec no dia 22/06/2010, terça-feira, para apresentação dos Projetos à banca examinadora.
Obs.: Segue em anexo roteiro para apresentação dos Projetos e abaixo os itens a serem levados em consideração para a última etapa do Concurso.
Neste dia, os candidatos deverão apresentar durante 15 minutos, com recursos de MS PowerPoint, os seus Planos de Negócios à Comissão Julgadora, a ser designada pela Origem Incubadora.
Os jurados terão 10 (dez) minutos após cada apresentação interagir com o candidato e, assim, sanar suas dúvidas e/ou fazer comentários.
Nível Técnico
13h CAPTAÇÃO DE AGUA DA CHUVA
13h30 LEGOPET
14h EMPACOTADORA DE CARVÃO VEGETAL BIG BRASA
14h30 SFOmaq
15h MUDANÇAS PLANEJADAS
16h ESPAÇO GARDEN
16h30 SEQUINHO FRAUDAS
17h ECO PISOS
17h30 COMPANHIA DAS FRUTAS
Nível Superior
13h ADMINISTRADORA DE CONDOMÍNIOS
13h30 CASA DE FESTAS
14h SEMEAR SISTEMAS
14h30 ALARME FONE
15h STRATUS
16h INDUSTRIA DE MATERIAL HIDRAULICO
16h30 ESPAÇO VIDA E SAÚDE
17h CHOPPERIA E ESPETINHOS
17h30 AQUAPLUS
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Origem Incubadora apresenta nova empresa incubada
A Origem Incubadora apresentou durante o Café Empreendedor, realizado no último dia 15 de junho, a nova empresa incubada V Mídia – Soluções Digital que começa a partir desta semana a trabalhar o seu produto.
O serviço de comunicação que será fornecido pela V Mídia é a Mídia Digital Indoor – MDI, que consiste na exposição de entretenimento e publicidade / propagandas em monitores instalados em ambientes públicos e privados, onde se encontra grande número de transeuntes, bem como nos locais onde os consumidores / público-alvo estarão expostos ao que se denomina “Ponto de Espera Forçada - PE”. Outros locais de exposição da mídia são ambientes como academias, shopping, lanchonetes.
A Coordenadora da Origem
De acordo com
Participaram do Café Empreendedor os sócios diretores e funcionários das empresas incubadas, representantes da Prefeitura Municipal de Itabira, Vale, Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social de itabira –
terça-feira, 8 de junho de 2010
Simples Nacional e Empreendedor Individual podem ter novos tetos
Ajustes nos valores da receita bruta anual das empresas para entrar no Simples Nacional e abertura para entrada de novas categorias nesse sistema de tributação, atualização do teto da receita bruta para formalização do Empreendedor Individual, soluções para conflitos relativos à cobrança do ICMS dessas empresas e a criação do Simples Rural. Estes são alguns dos principais temas em debate no seminário nacional que tratará do aprimoramento da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa – Lei Complementar 123/06. O seminário será realizado das 13h30 às 19h desta terça-feira (9), na Câmara dos Deputados.
Os resultados dos debates subsidiarão o projeto de lei complementar que vai alterar a Lei Geral. A previsão do presidente da Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa no Congresso Nacional, deputado Cláudio Vignatti, é que o projeto seja apresentado na próxima semana, que seja aprovado ainda neste ano e passe a valer a partir de janeiro de 2011. Antes, será feito um amplo processo de negociação.
Conforme Vignatti, a ideia é que o projeto reúna propostas de alterações na lei que estão sendo feitas por diversos projetos em tramitação na Câmara dos Deputados e no Senado. Mas isso será possível depois de ouvir integrantes de governos e de entidades empresariais. Esses debates começaram no dia 5 de maio num café da manhã promovido pela Frente Parlamentar e prosseguem com o seminário.
Pela proposta em debate, por exemplo, o teto da receita bruta anual do Simples Nacional fica assim: o da microempresa passa de R$ 240 mil para R$ 360 mil e o das empresas de pequeno porte sobe de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões. “O ajuste na tabela do Simples Nacional é um clamor dos empresários”, diz Vignatti.
Outra medida em discussão é a entrada de todas as categorias do setor de serviços nesse sistema de tributação. “Com o fator R previsto na tabela o Simples Nacional e que privilegia quem gera emprego, não precisa mais ninguém ficar fora do Simples Nacional”, diz o deputado.
Uma das discussões iniciais era elevar o teto da receita bruta anual do Empreendedor Individual dos atuais R$ 36 mil para R$ 60 mil mas, conforme Cláudio Vignatti, também já se discute um meio termo, chegando a R$ 42 mil. O Empreendedor Individual possibilita a formalização simplificada de empreendedores por conta própria como vendedores de churrasquinho e pipoqueiros.
O projeto dever criar ainda o Simples Rural, permitindo que o pequeno produtor rural possa usufruir de benefícios tributários como os do Simples Nacional. Também está prevista a figura do Trabalhador Rural Avulso - a exemplo do Empreendedor Individual - possibilitando a formalização simplificada de empreendedores por conta própria no meio rural. A proposta reúne diversos projetos em tramitação na Câmara dos Deputados com disposições sobre pequenos negócios.
No âmbito geral, o projeto deverá promover um amplo ajuste na Lei Geral em áreas como desburocratização para abertura de empresas e simplificação das relações de trabalho com redução do depósito recursal. Cria ainda comitês gestores para tratar de assuntos estratégicos da lei, como os que possibilitam maior acesso dos micro e pequenos negócios as compras governamentais, à inovação e tecnologia e aos serviços financeiros.
O seminário é uma iniciativa da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados, com o apoio do Senado Federal. Ele será realizado no Plenário 2 do anexo II da Câmara. Além de parlamentares está prevista a participação de representantes do governo federal, do Sebrae e de entidades empresariais como Confederações Nacional da Indústria (CNI), Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) e Cooperativa de Habitação dos Agricultores Familiares (Cooperhaf - Fetraf Sul.).
Fonte: Sebrae de Notícias
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Continuemos com o Plano Financeiro!
Especifica-se neste item os custos com as instalações, suprimentos, equipamentos e mobiliário necessários para a implantação do negócio. Estas especificações ajudam no levantamento do investimento fixo - ativo permanente - necessário para implantação da empresa.
Receitas
O empreendedor já definiu a projeção das suas vendas esperadas, para o horizonte de cinco anos. Com estes dados em mãos, juntamente com a determinação do preço a ser praticado pelo seu produto ou serviço, poderá visualizar suas vendas em termos de valores.
Custos e Despesas
O empreendedor deve levantar todos os valores que serão despendidos para a produção do produto/serviço que a empresa propõe. Tanto custos de produção quanto as despesas relativas ao suporte à produção, como à administração, vendas etc.
Estas despesas poderão ser denominadas de fixas ou variáveis. A diferenciação entre ambas é a sua relação direta com o volume de produção/vendas ou não, isto é, as despesas variáveis irão sofrer acréscimos (ou decréscimos) proporcionalmente ao aumento (redução) do volume produzido/vendido, enquanto que as fixas poderão ter aumentos, mas não diretamente proporcionais à produção/vendas.
Fluxo de Caixa
O fluxo de caixa tem como objetivo básico, a projeção das entradas (receitas) e saídas (custos, despesas e investimentos) de recursos financeiros por um determinado período de tempo. Com o fluxo de caixa, é possível de identificar se haverá excedentes ou escassez de caixa durante o período em questão, de modo que este constitui um importante instrumento de apoio ao planejamento da empresa (especialmente na determinação de objetivos e estratégias).
Evidentemente não haverá condições de executar-se um plano sem disponibilidade financeira para tal. A partir das informações levantadas nos itens anteriores, juntamente com investimentos adicionais que porventura venham a ser feitos e retirando-se itens não monetários (quando não existe o efetivo pagamento da despesa, é somente um valor contábil. Ex.: depreciação), o fluxo de caixa pode ser montado.
Demonstrativo de Resultados
Baseado nos valores já identificados, relativos às entradas e saídas da empresa, o empreendedor poderá utilizar o "Demonstrativo de Resultados" para chegar à lucratividade de seu negócio.
A partir daí, terá condições de apurar informações cruciais, como o retorno que terá sobre o capital investido na empresa e o prazo de retorno sobre o investimento inicial.
É fundamental para que se avalie o grau de atratividade do empreendimento.
Exemplo: você investiria anos de sua vida num negócio que não pode lhe oferecer retorno melhor que uma aplicação financeira de baixo risco?
Ponto de Equilíbrio
O cálculo do ponto de equilíbrio ajuda o empreendedor a encontrar qual o nível de vendas em que a receita será igual a todas as saídas de caixa da empresa. Isto é importante porque indica qual o nível mínimo de vendas que a empresa deverá manter para que não opere com prejuízo.
Exemplo: De uma forma simplificada poderemos identificar o Ponto de Equilíbrio (PE) através da seguinte fórmula: PE=Despesas Fixas ($)Receitas ($) - Despesas Variáveis ($) Receitas ($)
Considerações Finais
No caso de empresas já constituídas, é conveniente apresentar o balanço patrimonial, que possibilita a visualização das disponibilidades e obrigações de curto e longo prazo da empresa e, assim, uma avaliação da solidez da empresa.
Sugestão de Referência Bibliográfica:
Zdanowicz, Jose Eduardo. Planejamento Financeiro e Orçamento, 4ª Ed. Editora Sagra-Luzzatto, 2001. 157 p.
Estamos chegando à reta final do III Concurso de Plano de Negócios
Caros Candidatos,
Estamos chegando à reta final da elaboração dos Planos de Negócios!
Como estão caminhando? Gostaríamos de nos reunir com vocês para batermos um papo!Tirarmos algumas dúvidas!
Enfim, conversarmos um pouco mais sobre o concurso. O que acham?
Esperamos um representante de cada grupo no dia 02/06/2010, às 17h, aqui no auditório do i.tec.
Gostaríamos que vocês confirmassem a presença, informando o nome de quem participará da reunião e a equipe, através do email origem@origemincubadora.com.br.
Aguardamos vocês!
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Caneta e Papel na mão para formalizar o seu Plano Financeiro!
Muitas vezes ao chegar ao planejamento financeiro, surgem algumas resistências, receios e dúvidas ao empreendimento. É o famoso frio na barriga!
Nessas horas é preciso ter paciência e frieza, é um momento de voltar a falar em busca de informações, pois a informação pertinente sempre ajuda, e se necessário voltar às etapas já cumpridas e rever algumas ações previstas e re-adequar a uma realidade até então despercebida.
Nenhum projeto, planejamento, ou qualquer idéia colocada no papel é dado como finalizado instantaneamente assim que é redigido. Sempre é necessário rever alguns, conceitos, opiniões; acrescentar uma coisa ali ou outra aqui, e com um plano de negócios não é diferente, o ir e vir em uma das etapas do projeto faz parte do processo de desenvolvimento da ideia.
Por isso, não tenha receio de ir em frente, inúmeras idéias que estão em práticas no mundo hoje já foram julgadas como inviáveis, muitas vezes revistas, passaram por algumas mudanças que as tornaram viáveis e hoje são sucesso!
No caminho que você tem trilhado irá encontrar perguntas chave pela frente a serem respondidas:
· Quanto será necessário para iniciar o negócio?
· Existe disponibilidade de recursos para isto?
· De onde virão os recursos para o crescimento do negócio?
· Qual o mínimo de vendas necessário para que o negócio seja viável?
· O volume de vendas que a empresa julga atingir torna o negócio atrativo?
· A lucratividade que a empresa conseguirá obter é atrativa?
O Plano Financeiro é onde você planeja quanto sua empresa terá de gastos fixos e variáveis durante o mês, quanto ela gerará de receita e quanto restará de lucro após deduzir as despesas.
Exemplo: Através deste plano você pode saber antecipadamente se faltará dinheiro em caixa para pagar as despesas (e assim já planejar como serão os empréstimos que você teria que tomar para honrar os pagamentos) ou se sobrará dinheiro (e assim já planejar onde investirá este lucro).
Se for preciso mude! Desistir jamais!
Sugestão de Referência Bibliográfica:
Camargo, Camila. Planejamento Financeiro, 2ª Ed. Editora IBPEX, 2007. 157 p.