quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Origem Incubadora e Unifei abrem inscrições para Oficinas da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia

A Origem Incubadora e a Universidade Federal de Itajubá – Unifei Campus Itabira, abrem na próxima semana as inscrições para as oficinas da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia em Itabira.

As inscrições deverão ser feitas de 04 a 06/10/2010, nos horários de 08h às 12h e de 14h às 18h, na sede da Origem Incubadora, na Rua São Paulo, 377 – Bairro Amazonas e são gratuitas. Serão cinco oficinas com carga horária de quatro horas por dia.

Os temas das oficinas são:

• Reaproveitamento de óleo de cozinha para produção de sabão;

• Confecção de instrumentos musicais a partir do reaproveitamento de materiais de construção;

• Confecção de brinquedos a partir de recicláveis;

• Confecção de pluviômetro com garrafa PET

• Artesanato com reciclagem de filtros de papel usados.

As oficinas acontecerão entre os dias 18 e 21 de outubro de 2010, no i.tec, à Rua São Paulo, 377, bairro Amazonas, sendo 18/10/2010 de 13h45 às 17h45 e 19/10/2010 a 22/10/2010 de 8h30 às 11h30.

Mais informações através do telefone (31) 3834-6472 ou pelo email origem@origemincubadora.com.br


Sebrae-MG lança pesquisas que irão avaliar as expectativas e desempenho dos pequenos negócios

Minas Gerais terá pesquisas sobre o desempenho e as expectativas das micro e pequenas empresas (MPEs). Os estudos realizados pelo Sebrae-MG irão substituir a Sondagem Trimestral da Indústria da Transformação e incluirá a evolução da indústria, comércio, serviços e construção civil. As pesquisas serão lançadas em fevereiro de 2011.

A metodologia das pesquisas está sendo desenvolvida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis de Minas Gerais (Ipead).

O estudo Desempenho das MPEs mineiras continuará avaliando trimestralmente o faturamento, empregos, produção física, estoque, gastos com pessoal, preços dos produtos e utilização da capacidade instalada. A novidade será a participação de empresas de mais três setores da economia, a divulgação de dados por região e a inclusão de novas informações sobre o desempenho das MPEs do Estado, tais como investimento, acesso ao crédito/endividamento, custos, volume de vendas e impostos pagos.

Já a pesquisa Expectativa das MPES Mineiras irá levantar as perspectivas dos empresários para o trimestre seguinte em relação à economia brasileira, ao setor de atividade no qual as empresas atuam, ao custo financeiro e operacional e aos investimentos.

As mudanças irão oferecer mais informações sobre as MPEs no estado, possibilitando aos empresários avaliarem a situação da empresa em relação aos pequenos negócio e norteando as ações do Sebrae-MG para promover o desenvolvimento das MPEs em Minas Gerais.


Assessoria de Imprensa do Sebrae-MG


terça-feira, 28 de setembro de 2010

PRIME 2011 tem previsão para abril /maio de 2011

Pequenas empresas com produtos inovadores terão um novo edital programa de incentivo a inovação Prime entre abril e maio de 2011.  É a previsão do coordenador nacional do Prime na Finep, Marcelo Camargo, que esteve em Porto Alegre nesta sexta-feira, 27, participando de um evento no Tecnopuc.

De acordo com Camargo, será mantido o modelo indireto de financiamento, pelo qual a Finep concede as verbas através de incubadoras de tecnologia. A seleção das instituições acontece ainda neste ano. Aí acabam as certezas sobre a próxima edição do Finep. Segundo Camargo, não se sabe se todas as 18 âncoras estarão presentes no próximo edital.

Também estão em discussão medidas para aumentar o percentual de projetos aprovados. Um total de 4581 empresas se candidataram aos recursos do Prime, mas só 1380 conseguiram cumprir os requisitos, habitando-se a obter um volume total de recursos a fundo perdido da ordem de R$ 165,6 milhões.

O volume é 27% abaixo da meta estabelecida, o que significa que recursos disponíveis não foram captados. “As metas de captação foram estabelecidas pelos parceiros. Acredito que houve um otimismo excessivo sobre a quantidade de candidatos viáveis, assim como uma falta de divulgação e parceiros de captação de interessados”, avalia Camargo.

 
O coordenador do Prime destaca que o objetivo é financiar inovação, não financiar capital de giro subsidiado à moda de bancos como BNDES. Em quatro anos, a estimativa da Finep é investir R$ 1,4 bilhão no Prime. Podem participar empresas com faturamento anual de até R$ 10,4 milhões. “Muitos projetos não traziam nada novo, o que elevou a taxa de reprovação”, comenta Camargo, que se diz satisfeito com a estréia do programa, o primeiro a conceder financiamento direto a fundo perdido a pequenas empresas no país.

O Rio Grande do Sul ficou dentro da média nacional de aprovação no Prime, se somadas as médias de PUC-RS e Ufrgs, as âncoras locais do programa. Na Ufrgs, 209 empresas apresentaram projetos na fase inicial, das quais 98 foram aprovados, de um total de 120 vaga disponíveis. Destes, todos receberam as duas injeções de capital a fundo perdido de R$ 60 mil.

Na PUC-RS, candidataram-se aos recursos 287 empresas para 100 vagas, com aprovação de 58, dos quais 54 receberam a totalidade dos R$ 120 mil, quatro ainda estão sob análise para receber a segunda parcela e um foi reprovado. “Para a próxima edição, vamos trabalhar mais de forma preventiva”, garante Tatiana Maia, coordenadora de projetos da Fundação Irmão José Otão da PUC destacada para administrar o programa na Incubadora Raiar.

Maia destaca que o seminário “Prime The Day After” realizado na PUC envolveu todas as 58 empresas participantes pela Raiar. Além das palestras – disponíveis pelo link relacionado abaixo – o evento contou também com uma rodada de negócios entre os participantes.


Fonte: Baguete



 

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Acesso a Capital: Captando Recursos com Investidores para Crescer

Muitos empreendedores têm dúvidas sobre como acessar investidores e conseguir capital para fazer seu negócio crescer. Este vídeo explica em detalhes este processo! Separe um tempo para assistí-lo com calma e descubra o mapa da mina




Acesso a Capital: Captando Recursos com Investidores para Crescer




Fonte: Endeavor Brasil

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Empresa incubada Infogeo promove curso de introdução ao Geoprocessamento

A Infogeo – Inteligência Geográfica abre as inscrições para o Curso de Introdução ao Geoprocessamento. O curso trata de produção e análise de geoinformações, visualização e manipulação de geodados espaciais, georeferenciamento de imagens de sensoriamento remoto e construção de mapas e comunicação.

O curso é voltado para professores universitários, estudantes, profissionais de geografia e áreas afins e será ministrado para turmas de quatro pessoas, numa carga horária de 20 horas, distribuídas em 10 dias de curso, acompanhados por instrutores especializados.
 
O treinamento será ministrado pela manhã, tarde e noite, com turmas turmas especiais aos sábados. Investimento de R$ 550,00 à vista ou em duas parcelas de R$ 265,00.

A Infogeo está com uma promoção imperdível: junte seus amigos, forme um grupo de quatro pessoas e ganhe 10% de desconto.

Envie email para infogeointeligenciageografica@gmail.com e solicite a sua ficha de inscrições.

Mais informações através do telefone (31) 3834-6472.



Registro de marcas vira preocupação para pequena empresa

Há depósito de mais de 100 mil pedidos todos os anos no Brasil; Sebrae desenvolve iniciativas para que empreendedor saiba importância de preservar identidade do seu produto

No Brasil, a preocupação com registro de marcas é crescente. Desde 2007, mais de 100 mil pedidos são depositados anualmente, segundo dados do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), órgão governamental responsável por conceder as autorizações. Em todo o País há mais de 600 mil marcas cadastradas.

Em qualquer país é difícil encontrar pessoas que nunca ouviram falar em nomes como os da Coca-Cola, McDonald’s e Google. As três marcas figuram entre as dez mais valiosas do mundo. Só o nome Coca-Cola equivale a R$ 120 bilhões. A marca McDonalds vale R$ 57 bilhões e a Google, R$ 74 bilhões, segundo a edição de 2010 do ranking da Interbrand, consultoria norte-americana.

No Brasil, o empresário que obtém o registro tem direito ao uso exclusivo da marca em todo o território nacional por dez anos, prorrogáveis por períodos iguais e sucessivos. A oficialização agrega valor aos produtos e serviços e ajuda a fidelizar o consumidor. “A marca tem um valor. Se o empresário protege, é o dono. Estamos mostrando que é preciso proteger para continuar auferindo lucro sobre essa marca”, afirma o gerente da Unidade de Acesso à Inovação e Tecnologia (UAIT) do Sebrae, Edson Fermann.


O aumento dos pedidos de marcas feitos principalmente por proprietários de negócios de pequeno porte reflete uma política adotada pelo INPI que prevê descontos de até 60% nas tarifas para micro e pequenos empresas, além de permitir o depósito pela internet, o que desburocratiza o processo. "Não é registrável reprodução ou imitação de marca alheia para distinguir produto idêntico, semelhante ou afim", assinala o representante da Divisão de Marcas do INPI, Rodrigo Moerbeck de Almeida Rego.

A partir de 2011, o Sebrae vai disponibilizar aos empreendedores cartilhas explicando as quatro principais modalidades de propriedade intelectual: patente, registro de software, registro de marcas e registro de desenho industrial. A instituição vai oferecer consultorias para auxiliar o empreendedor no registro da propriedade intelectual. O objetivo é sensibilizar os empresários sobre a importância de proteger seu produto ou marca de possíveis reproduções.

Mar de Brasília

O registro é importante para preservar a identidade do negócio, na opinião do empresário Darse Arimatéa Ferreira Lima, diretor da Mar de Brasília. Proprietário do barco de mesmo nome que desde 1º de junho deste ano faz passeios pelo Lago Paranoá para ensinar educação ambiental a estudantes do Distrito Federal, ele se prepara para dar entrada no INPI para garantir a exclusividade do nome. “Como a Mar de Brasília oferece um serviço novo na cidade, é importante assegurar que nossa programação visual não seja violada”, afirma.


Em pouco mais de três meses, mais de 1,3 mil pessoas navegaram com a Mar de Brasília. A embarcação tem capacidade para 79 passageiros e faz até seis passeios por dia. O sucesso poderia gerar cópias, por isso é importante preservar a marca, de acordo com Darse. “Queremos evitar duplicidades que podem confundir o consumidor e prejudicar a imagem da empresa. Se a marca é associada a um serviço de má qualidade oferecido por outra empresa, os danos causados podem ser irreversíveis”, frisa.



Agência Sebrae




 

 

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Uma pequena empresa deve contratar um contador?

Contar com esse profissional não é obrigatório, mas se optar por contratá-lo existe a opção de terceirizar a função ou ter um funcionário fazendo tais tarefas


Por David Kallás*
 

"É obrigatória a contratação de contador para uma pequena ou média empresa?"

Sérgio Ricardo Santos

 
Obrigatório não é. Existe a possibilidade de você contratar uma empresa que faça os serviços de assessoria contábil, sem a necessidade de ter um profissional na sua empresa. Entretanto, a pergunta correta seria se é aconselhável contratar uma pessoa.

 
Nesse caso, a resposta depende fundamentalmente do que você espera do contador. Se sua visão é a de um profissional que apenas o ajudará a recolher os impostos e tributos devidos, sugiro que pense em lançar mão de um escritório de contabilidade. Será mais barato e você não se preocupará com temas operacionais relacionados a gerenciar uma pessoa a mais em sua empresa.

 
Por outro lado, se o que você espera de um contador é mais do que isso, talvez já possa começar a pensar em ter uma pessoa dentro da sua empresa. Nesse caso, a função do contador deverá ir além do simples cumprimento das leis e recolhimento de impostos. Essa pessoa também deverá ser responsável pela inteligência financeira da sua empresa. Deverá ser uma pessoa com uma visão mais ampla e estratégica das questões contábeis, tributárias e financeiras, em suma, seu braço direito para esses temas. Entre seus papéis, eu destacaria:

- planejamento tributário

- análise do desempenho da empresa

- gestão de riscos (trabalhistas, tributários e financeiros)

- cumprimento das leis e recolhimento dos impostos devidos

 
A conta que você deverá fazer é se os benefícios trazidos por uma pessoa como essa superam os custos adicionais. Nesse sentido, quanto mais complexa for a sua operação e quanto mais numerosa forem as possibilidades de arranjos legais, mais provável será a existência de potenciais benefícios de se ter essa inteligência dentro de casa.

 
Finalmente, quanto ao perfil desejado por uma pessoa como essa, você deverá estar atento. Deve ser uma pessoa dinâmica, inquieta e que sempre busque se atualizar e ficar atento não só à legislação, mas também aos negócios e contexto da empresa. E, mais importante do que tudo, deve ser uma pessoa que goze de sua total confiança. Infelizmente, os profissionais com esse perfil no mercado são uma minoria, mas isso não significa que você não consiga achar um.

* David Kallás é professor de Gestão Estratégica do Insper


Fonte: Revista PEGN.